Guarda-roupa inteligente é enxuto e econômico

Sou de uma família bem simples, que nunca teve grana. Apesar de minha mãe sempre ter tido confecções, nunca pude gastar muito com roupas e moda. As minhas roupas de adolescência sempre eram adquiridas daquela forma clássica – roupas de segunda mão que eram passadas pela família; ou mesmo, como minha mãe era boa de agulha – peças que eram confeccionadas por ela.

Como sempre fui boa comerciante, conseguia fazer o maior escambo com as roupas que minha mãe fazia para mim. Como eram super originais (ninguém possuía igual) trocava com minhas amigas por peças que achava interessantes, às vezes até de marcas que nunca poderia ser minha se não fosse dessa forma.

O tempo passou  e eu até melhorei um pouco de vida (rsrsrs). Tenho uma ou outra marca bacanuda em meu guarda-roupa. Mas, de certa forma, aprendi que um bom guarda-roupa não se faz com grife e/ou gastando rios de dinheiro e nem com uma infinidade de peças…

Se antes esse princípio era seguido por pura necessidade econômica. Agora, como consultora de imagem, é o principio que permanece, pois é todo fundamentado na minha práxis profissional. Como consultora já conheci uma infinidade de guarda-roupas e sei que os mais inteligentes são geralmente enxutos e econômicos.

Como o meu que continua enxuto e econômico. Tem umas peças mais elaboradas que compro normalmente em promoção – as minhas prediletas são da marca Jus (Que saudade! Infelizmente não estão mais produzindo) e Maria Bonita Extra. Muitas peças de segunda mão que minha querida parceira Fer Junqueira garimpa para mim. E uma ou outra peça que compro nas lojas de departamentos com preços mais justos.

Foto 1: casaquinho Maria Bonita Extra

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 Foto 2: meu look todo da Jus e acessórios de lojas do comércio popular, look Fer todo garimpo.

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Explico como uso e coordeno essas peças em meu dia-a-dia, fazendo com que o meu guarda-roupa realmente se torne inteligente. Utilizo das peças de marcas como a Jus – com corte, modelagem e acabamentos mais perfeitos – para trazer uma sofisticação interessante em meus looks. A criatividade e exclusividade ficam mesmo ao encargo das peças que são garimpadas pela Fer, pois são antigas e/ou originais. As peças compradas em lojas mais populares são aquelas que entram para fazer a ligação ou mesmo para ocupar determinada função como uma regatinha para ser usada como segunda pele, um jeans para trazer o despojamento certo. E por aí vai todo o raciocínio…

 Foto 3: saia Jus e blusa garimpo da Fer

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Dessa forma, meu guarda-roupa não fica “entulhado” de peças (sei exatamente o que tenho) e é super coordenável, pois todas elas se comunicam, com inteligência. De quebra, gasto bem pouco com moda e contribuo para um consumo mais consciente.

Dou essa dica a vocês, leitores: invista nessa inteligente economia!

Foto 4: panta court herança da sogra, blusa e acessórios do comércio popular.

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Para inspirá-las mostro matéria que gravei lá na loja Skyna Magazine (foto acima, em pleno comércio popular de Campinas), onde dava dicas para as mulheres como se vestirem para as festas final de ano, gastando bem pouquinho. Além de ter encontrado peças super interessantes e baratas, ainda revivi nostálgica lembrança… minha vó, com tão pouca grana, comprava a roupa de toda família nessa loja de departamento.

São os ensinamentos antigos que ainda insistem em permanecer como práxis profissional. Ainda bem. Só tenho mesmo a agradecer!!!

Por hoje é só. Até semana que vem!!!

(por Tatti Marques)

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