Consumo Consciente e Consultoria de Imagem

Economizar é a palavra de ordem de nossa era. A razão de tal premissa relaciona-se menos a circunstância da crise da economia brasileira, e mais e, principalmente, ao fato de hoje vivermos uma certa decadência dessa sociedade consumista que foi gestada nos primeiros anos do século.

Consumir e consumir muito (carros, roupas, eletrônicos, etc ), em nossos dias, chegou a ficar meio fora de moda e até a pegar mal. As estatísticas e análises já cansaram de alertar, o planeta não aguenta!

Uma das indústrias mais vorazes do sistema capitalista é a de moda. O tempo e seu padecimento é a sua matéria -prima. O que hoje é moda, amanhã será démodé. Era mais ou menos assim que sobrevivia o tal sistema da moda, que não por acaso é um dos que mais está em crise em nossos dias.

A NYFW (Semana de Moda de Nova York) que hoje acaba é prova cabal disso. Em meio a crise, marcas conceituadas como a Tom Ford rearticulam as coleções, com cortes de gastos e tentativas de aproximação do desfile com a disposição dos produtos no mercado.

Até porque está mais do que provado que o distanciamento de meses do que é desfilado para a chegada da coleção nas lojas é tempo o bastante para as cadeias de fast fashion (re)produzirem ao infinito e do mercado consumidor de novidades sentir um certo enjoo com gosto de déjà vu.

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Como escolher diante do mar de ofertas de produtos?

De crise em crise, outras áreas correlacionadas à industria da moda crescem e amadurecem. A nossa, a de Consultoria de Imagem é uma delas.

Se antes, junto à apresentação profissional havia a necessidade de uma ampla explicação sobre o exercício da profissão em si, como ‘sim, auxiliamos as pessoas a melhor se vestirem‘; ‘sim, levamos as pessoas às compras, para comprar melhor‘; ‘sim, assessoramos a transformação  e o aperfeiçoamoento da imagem pessoal e profissional‘; ‘sim, o que fazemos tem a ver com a atividade desenvolvida por um personal stylist‘…

E por aí iam uma porção de esclarecimentos que dávamos sobre o devir profissional de um consultor de imagem.

Hoje, o mercado está repleto de consultores de imagens e as pessoas normalmente já dispensam tantas explicações. Reconhecem, por vezes, de bate e pronto o nosso trabalho!

Pode parecer estranho, mas os dois fatores – a crise da sociedade de consumo e o crescimento do mercado em consultoria de imagem – guardam total correspondência. Explico melhor.

Em nosso cotidiano onde as informações de moda e estilo são cada vez mais rápidas e compartilhadas em redes, em que os fast fashion e grandes lojas abundam consumidores com ofertas de produtos e imagens comercializadas, a necessidade e o esforço de ter uma atitude de consumo mais ponderada e prudente é cada vez mais oportuna.

É aí, nessa fresta que entra a importante tarefa de um consultor de imagem. É ele que, em meio ao imediatismo de nossa era, consegue trazer maior consciência para o ato de consumo. Pois antes de qualquer produto e aquisição há o indivíduo, que é o centro do atendimento e que entra numa jornada de (auto) conhecimento e transformação, ao tomar consciência de sua aparência, identidade, estilos pessoais.

Ao tomar consciência de si, o novo consumidor desliga o ‘botão automático’ e passa a só mesmo adquirir peças e roupas que tem realmente a ver com a sua personalidade e anseios, que traduzam o seu estilo pessoal e que caibam realmente em seu guarda-roupa, orçamento e vida pessoal.

Em nossa estrada como consultoras de imagens já ganhamos muito e muito reconhecimento do poder de transformação de nosso trabalho. Somos realmente gratas a isso.

A consultoria de imagem, se bem feita, transgride o universo das aparências e vai de encontro a consciência do ser!

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A imagem felizona da cliente da Entrelinhas não nos deixa mentir, a Consultoria de Imagem faz bem pro corpo e alma!!!

(por Entrelinhas Consultoria)

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Fernanda Junqueira

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